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Posts in category Criação Musical

Dicas para improvisação – parte 3

out05
2011
1 Comment Written by Música Ead

Olá, tudo bem?

Vamos a mais uma Dica de Improvisação que dá continuidade à série que estamos fazendo neste blog. Um assunto que está presente em algumas das disciplinas do curso de Licenciatura em Música do Unis na modalidade a Distância, dentre elas a de Criação Musical.

Depois de termos estudado a construção melódica sobre os acordes de cadências IIm7  V7  I7M apenas com arpejos conectados, vamos agora trabalhar as escalas integradas a tais arpejos.

Então para a  cadência  IIm7  V7  I7M  se estivermos em Dó, ou seja, improvisando nos acordes de Dm7,  G7  e C7M respectivamente podemos trabalhar uma só escala para todos os acordes: a de Dó maior. Contudo, há de se entender que as notas dessa escala soa de forma diferente sobre cada acorde da referida cadência.

Sobre o Dm7, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Dórico. Isso implica que na escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) as notas do arpejo de Dm7 (ré, fá, lá e dó) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias.

Sobre o G7, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Mixolídio. Isso implica que na escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) as notas do arpejo de G7 (sol, si, ré, fá e lá) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias. Com exceção da nota Dó,  que por estar a um semitom ascendente da nota Si, tende a desfigurar o acorde devido à forte dissonância ocasionada com a terça do acorde de G7 (já que essa é uma nota orgânica desse acorde). Assim essa nota é evitada como repouso por sobre este acorde.

No mesmo sentido, cobre o C7M, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Jônio. Assim, a escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) sobre o acorde de C7M, as notas do arpejo desse acorde (dó, mi, sol e si) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias. E similar como ocorreu com o acorde anterior, temos  uma exceção: a nota Fá,  que por estar a um semitom ascendente da nota Mi, tende a desfigurar o acorde devido à forte dissonância ocasionada com a terça do acorde de C7M (já que essa é uma nota orgânica desse acorde). Nesse sentido, essa nota é evitada como repouso por sobre este acorde.

Importante!!!!! Com exceção das notas evitadas, as outras Dissonâncias, que mostram instabilidade por não pertencerem à estrutura básica do acorde em questão, podem  ser utilizadas como uma forma de incrementar a sonoridade (dando um ar mais jazzy, ou seja, mais fora) em contextos musicais como se ouve no jazz e bossa nova dentre outros. Conduto, teve-se ter cuidado na utilização dessas notas, pois as notas do acorde se mostram como elementos que, se enfatizadas de maneira correta, tendem a tornar o improviso interessante, o que se conhece por harmonia implícita à melodia.

Clique aqui para visualizar e ouvir um exemplo de frase construída com essas concepções. Vale ressaltar que neste exemplo as notas estão marcadas cada uma com um número e que equivalem ao intervalo relativo ao acorde em vigência naquele compasso. Note que no tempo temos sempre uma nota do acorde em vigência e no contratempo notas dissonantes ao acorde em questão. A única exeção é no último acorde de C7M que temos a nota ré como repouso, para dar um ar mais jazzy.

Agora é só construir suas próprias frases e praticar, praticar e praticar!!!!!

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando por exemplo o playback disponibilizado cicando aqui.

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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Dicas para improvisação – parte 2

set29
2011
Leave a Comment Written by Música Ead

Dando continuidade ao post que fizemos neste blog chamado Dicas para improvisação – parte 1, vamos agora trabalhar esse assunto tão interessante e que está presente em algumas das disciplinas do curso de Licenciatura em Música do Unis na modalidade a Distância, dentre elas a de Criação Musical.

Continuaremos com a estratégia de se estudar a improvisação no sentido de se manter a coerência entre a melodia improvisada e o acompanhamento.  Assim, vamos continuar a construir melodias com as notas dos acordes em questão, ou seja, tocando exatamente o arpejo relativo a cada acorde da música.

Como exemplo, vamos trabalhar uma cadência que também se mostra muito comum em música popular e que tende a gerar vocabulário interessante para improvisação. Essa cadência é a:

||: IIm7(b5) | V7 | Im7 | Im7 : ||

Que no tom de Dó Menor será:

||:  Dm7(b5)  |  G7  |  Cm7 | Cm7 : ||

Então, como trabalhamos na postagem anterior (Dicas para improvisação – parte 1), quando o Dm7(b5) estiver sendo tocado pelo acompanhamento, utilize apenas as notas desse acorde  que são: RÉ, FÁ, LÁb e DÓ para criar melodias improvisadas. Assim, se deve proceder com os outros acordes da cadência, ou seja, sobre o acorde de G7 deve-se tocar as notas SOL, SI, RÉ, FÁ e sobre o acorde de Cm7 tocaremos as notas DÓ, MIb, SOL, SIb.

Clique aqui e veja/escute um exemplo desse procedimento na pauta.

Conectando arpejos mantendo a coerência melódica

O passo seguinte é tentar ao máximo conectar melodicamente as notas dos arpejos, ou seja, quando estiver em Dm7(b5) e a última nota que você tocar for, por exemplo, DÓ, você deverá começar a tocar o arpejo de G7 com as notas mais próxima melódicamente falando. Assim, para que se tenha coerência melódica, deve-se iniciar o arpejo de G7 ou pela nota SI ou pela nota RÉ (como se pode ver e ouvir no exemplo a seguir).

Nesse sentido, esse procedimento deverá ser realizado com todas as trocas de arpejos executadas durante a música, como se pode ver e ouvir em um exemplo clicando aqui.

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando o exemplo e o playback disponibilizado clicando aqui.

Obs.: para assistir o exemplo, clique no botão de player da esquerda e para praticar sobre o playback utiliza o botão da direita como se observa na figura abaixo:

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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Dicas para improvisação – parte 1

set28
2011
1 Comment Written by Música Ead

Uma das maneiras de se improvisar em música popular como jazz, música brasileira, rock e outros estilos é aplicar escalas, arpejos e modos. Contudo, essa aplicação deve estar de forma coerente ao tom, mas principalmente aos acordes da música a ser improvisada.

Em consonância com algumas disciplinas do curso de Graduação em música do Unis EaD, dentre elas a de Criação Musical, vamos a 1ª dica de improvisação:

Uma estratégia interessante de se estudar a improvisação sobre uma música e que tende a proporcionar coerência entre a melodia improvisada e o acompanhamento é construir melodias com as notas dos acordes em questão, ou seja, tocar exatamente o arpejo relativo a cada acorde da música.

Como exemplo, vamos trabalhar uma cadência muito comum em música popular e que tende a gerar vocabulário interessante para improvisação. Essa cadência é a:

||: IIm7 | V7 | I7M | I7M : ||

Que no tom de Dó maior será:

||:  Dm7  |  G7  |  C7M  | C7M : ||

Então, para iniciar prática da improvisação, quando o Dm7 sendo tocado pelo acompanhamento utilize apenas as notas desse acorde  que são: RÉ, FÁ, LÁ e DÓ para criar melodias improvisadas. Assim, se deve proceder com os outros acordes da cadência, ou seja, sobre o acorde de G7 deve-se tocar as notas SOL, SI, RÉ, FÁ e sobre o acorde de C7M tocaremos as notas DÓ, MI, SOL, SI.

Clique aqui e veja/escute um exemplo desse procedimento na pauta.

Conectando arpejos mantendo a coerência melódica

O passo seguinte é tentar ao máximo conectar melodicamente as notas dos arpejos, ou seja, quando estiver em Dm7 e a última nota que você tocar for, por exemplo, DÓ, você deverá começar a tocar o arpejo de G7 com as notas mais próxima melódicamente falando. Assim, para que se tenha coerência melódica, deve-se iniciar o arpejo de G7 ou pela nota RÉ ou pela nota SI (como se pode ver no exemplo a seguir).

Nesse sentido, esse procedimento deverá ser realizado com todas as trocas de arpejos executadas durante a música, como se pode ver e ouvir em um exemplo clicando aqui.

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando por exemplo o playback disponibilizado cicando aqui.

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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Expandindo as possibilidades de acordes de um tom

set14
2011
Leave a Comment Written by Música Ead

Depois de estudarmos os campos harmônicos na postagem que fizemos aqui, onde abordamos os “Campos Harmônicos e as relações entre seus graus“, agora está na hora de expandirmos o leque de acordes que podem ser utilizados em um determinado trecho musical dentro das perspectivas do sistema tonal.

Assim, aqui vamos enfocar os acordes e possibilidades e modulação para TONS VIZINHOS e a utilização de ACORDES DE EMPRÉSTIMO MODAL, então clique na imagem abaixo para ler on-line o documento abordando este importante tema para quem quer compor, arranjar, acompanhar e interpretar de forma consciente obras musicais que se encontram sob a perspectiva do tonalismo e com flertes com o modalismo :

TONS VIZINHOS  &  ACORDES DE EMPRÉSTIMO MODALImportante!!! Para fazer download desse documento clique aqui

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Harmonia aplicada – Resolvendo acordes dissonantes

set09
2011
Written by Música Ead

Um dos pilares da harmonia aplicada à música popular é a presença do intervalo de Trítono (intervalo de 3 tons entre duas notas) e sua resolução.

E como já é de costume neste blog, estamos disponibilizando trechos dos materiais didáticos usados em nosso curso de licenciatura a em Música EAD e agora é a vez desse assunto tão importante para quem quer arranjar, acompanhar, compor, improvisar e até mesmo enriquecer sua performance.

Assim conheça e aplique os acordes de Dominantes (primários, secundários, substitutos e alterados), Diminutos e Com Sexta, em suas mais frequentes utilizações e enriqueça sua música!

Clique na imagem abaixo para ler on-line o documento com o documento “Harmonia aplicada à música popular: resolução de acordes que contém o trítono”:
Harmonia aplicada à música popular Resolução de acordes que contém o trítono

Para fazer download desse documento clique aqui

Posted in Acordes, Composição, Harmonia e Improvisação, Lições e Dicas Musicais, Sobre o Curso de Música do Unis, Teclado e Piano, Violão e Guitarra - Tagged acordes, alterados, Com Sexta, Diminutos, dominantes, encadeamento, Faculdade de Música Brasil, Graduação em Música a distância, HARMONIA, improvisação, Licenciatura a distância, licenciatura em Música EAD, Licenciatura música (a distância), Mestrado em Música, Música a distância, Música faculdade, primários, secundarios, segundo cadencial, substitutos
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A Percussão no Curso de Música do Unis-MG

ago23
2011
Leave a Comment Written by Música Ead

Uma das disciplinas disponibilizadas no curso de graduação em Música do Unis e que oferece grandes possibilidades ao processo de musicalização de aprendentes é a “Percussão”.

No Unis-MG, essa disciplina visa o estudo de características dos principais instrumentos de percussão, a prática de ritmos brasileiros, e o uso da percussão na educação musical.

Contudo, o estudo da percussão é ampliado ao se articular dessa disciplina com as disciplinas de “Produção de Material para Educação Musical” e a de “Criação Musical”.

Com essa articulação, obtém-se por uma prática da percussão integrada com a produção de materiais didáticos para o ensino de música de forma crítica, onde se articula teorias pedagógicas e práticas educativas que visam o integrar de propostas de composição, execução e apreciação musical. Uma integração onde se pode desenvolver conhecimento e habilidades composicionais e improvisativos por meio de processos disciplinares, interdisciplinares, transdisciplinares de atividades de criação e improvisação musical.

E para ilustrar a convergência dessas disciplinas nada melhor que alguns vídeos mostrando alguns dos principais instrumentos de percussão usados no meio musical da atualidade. Clique nos links abaixo e confira grandes instrumentistas, contando um pouco da história de seus instrumentos e mostrando um pouco de sua prática:

  • Cuica
  • Zabumba
  • Berimbau
  • Gungas
  • Percussão Corporal
  • Djembe
  • Cajon
  • Timba
  • Bateria
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