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Concerto de Natal (um tributo ao Maestro Adalberto)

dez07
2011
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Não percam o concerto de natal e que também será um tributo ao grande professor de canto que atuou na formação de corais, cantores e instrumentistas em Varginha e região: o Professor e Maestro Adalberto! (uma justa homenagem a esse grande profissional e ser humano que nos deixou para cantar com os anjos!!!!)

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Criando arquivos de áudio

dez02
2011
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Uma habilidade que se espera para músicos hoje em dia e que se mostra contextualizada com as necessidades tanto para a divulgação de trabalhos musicais como para a atuação no campo da educação musical é a criação de arquivos de áudio.

Mas vemos que não só para a atuação profissional, nas duas perspectivas anteriormente descritas, essa habilidade para a comunicação musical se mostra fundamental. A criação de arquivos de áudio tem sido também importante para a atuação em cursos de música, como é o caso da graduação em música do Unis na modalidade EaD.

Então para as pessoas que não são familiarizadas com esse tipo de registro musical, nesta série de postagens, iremos mostrar algumas dicas básicas. Então clique aqui para acessar a primeira.

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Vem aí a Semana do Violão do CEMVA

nov03
2011
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O Curso de Graduação em Música do Unis em apoio ao Conservatório Estadual de Música de Varginha destaca aqui a tradicional semana do Violão desta renomada escola de música mineira.

Até agora temos confirmado a presença de Guilherme Vincens, que irá realizar um Recital em 9 de novembro – quarta-feira – 20:30 hs – no auditório do Conservatório. No programa teremos,

GAROTO – Jorge do Fusa & Lamentos do Morro

Johann Kaspar MERTZ – Fantasia Húngara

J.S.BACH – Prelúdio & Allegro  (BWV 998)

Joaquín RODRIGO – Fandango & Zapateado

Antonio Carlos JOBIM – Insensatez & Desafinado

Egberto GISMONTI  – Água e Vinho & Frevo

Ástor PIAZZOLLA – Invierno Porteño & Verano Porteño

Guilherme Vincens é Doutor em performance musical (violão) e etnomusicologia pela University of Arizona, onde defendeu sua dissertação sobre os arranjos para violão solo de Sérgio Assad e Roland Dyens e as interações entre a música popular e erudita, com bolsa do programa CAPES/Fulbright de 2006 a 2009.

Para saber mais sobre esse grande professor e músico clique aqui.

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Apresentação do Curso de Graduação em Música EaD do UNIS

out20
2011
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Clique na tela abaixo para assistir a apresentação:

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História da música erudita

out18
2011
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Este post é uma reunião de todos os vídeos e textos da série que fizemos nas redes sociais no intuito de traçar um breve panorama, do que frequentemente se refere no meio acadêmico, por História da Música. Contudo, este é um recorte da história da música, com o foco na música erudita européia e que serve para introduzir o estudo desse campo musical tão importante para quem aprecia, toca e produz música.

Assim, aqui temos alguns exemplos brevemente comentados, e que almejam mostrar um pouco de cada período dessa história.

Então, clique aqui para iniciar essa viagem no tempo da música erudita.

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História do Jazz

out17
2011
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Aqui estão compilados os vídeos e textos da série de postagens que fizemos nas redes sociais sobre a História desse estilo que nasceu das work songs norte-americanas, do blues, do negro spiritual protestante e do ragtime.

O intuito aqui é mostrar um breve panorama do jazz e sua extraordinária sucessão de transformações no século XX, pois é admirável observar como essa música se diversificou tão profundamente durante um período de apenas um século, tal como pode-se observar no estquema abaixo (segundo apresentado por Joachim-Ernest Berendt em seu livro:
Jazz: do Rag ao Rock).

Então, clique aqui para visualizar esse resumo da evolução do Jazz.

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Posted in História da Música, História da Música Popular, História do Jazz - Tagged Bebop, Free Jazz, Fusion, Jazz, Jazz-rock, Swing
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Depoimentos dos alunos e alunas sobre os cursos a distância do Unis

out07
2011
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Veja os motivos dos cursos a distância do Unis (dentre eles o curso de Música Unis EaD) estarem se destacando entre os melhores do Brasil. Veja os depoimentos dos alunos e alunas do Unis EaD sobre os materiais, a metodologia, enfim, sobre a qualidade da EaD do Unis.

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Assista mais depoimentos sobre os cursos a distância do Unis EaD em http://www.youtube.com/playlist?list=PL18AE8A42FBA3C241&feature=mh_lolz

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Dicas para improvisação – parte 3

out05
2011
1 Comment Written by Música Ead

Olá, tudo bem?

Vamos a mais uma Dica de Improvisação que dá continuidade à série que estamos fazendo neste blog. Um assunto que está presente em algumas das disciplinas do curso de Licenciatura em Música do Unis na modalidade a Distância, dentre elas a de Criação Musical.

Depois de termos estudado a construção melódica sobre os acordes de cadências IIm7  V7  I7M apenas com arpejos conectados, vamos agora trabalhar as escalas integradas a tais arpejos.

Então para a  cadência  IIm7  V7  I7M  se estivermos em Dó, ou seja, improvisando nos acordes de Dm7,  G7  e C7M respectivamente podemos trabalhar uma só escala para todos os acordes: a de Dó maior. Contudo, há de se entender que as notas dessa escala soa de forma diferente sobre cada acorde da referida cadência.

Sobre o Dm7, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Dórico. Isso implica que na escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) as notas do arpejo de Dm7 (ré, fá, lá e dó) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias.

Sobre o G7, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Mixolídio. Isso implica que na escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) as notas do arpejo de G7 (sol, si, ré, fá e lá) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias. Com exceção da nota Dó,  que por estar a um semitom ascendente da nota Si, tende a desfigurar o acorde devido à forte dissonância ocasionada com a terça do acorde de G7 (já que essa é uma nota orgânica desse acorde). Assim essa nota é evitada como repouso por sobre este acorde.

No mesmo sentido, cobre o C7M, a escala de Dó tende a ser ouvida como o que se conhece por modo Jônio. Assim, a escala de Dó (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) sobre o acorde de C7M, as notas do arpejo desse acorde (dó, mi, sol e si) serão ouvidas como repousos, pois se mostram consonantes ao acorde e as outras notas serão ouvidas como dissonâncias. E similar como ocorreu com o acorde anterior, temos  uma exceção: a nota Fá,  que por estar a um semitom ascendente da nota Mi, tende a desfigurar o acorde devido à forte dissonância ocasionada com a terça do acorde de C7M (já que essa é uma nota orgânica desse acorde). Nesse sentido, essa nota é evitada como repouso por sobre este acorde.

Importante!!!!! Com exceção das notas evitadas, as outras Dissonâncias, que mostram instabilidade por não pertencerem à estrutura básica do acorde em questão, podem  ser utilizadas como uma forma de incrementar a sonoridade (dando um ar mais jazzy, ou seja, mais fora) em contextos musicais como se ouve no jazz e bossa nova dentre outros. Conduto, teve-se ter cuidado na utilização dessas notas, pois as notas do acorde se mostram como elementos que, se enfatizadas de maneira correta, tendem a tornar o improviso interessante, o que se conhece por harmonia implícita à melodia.

Clique aqui para visualizar e ouvir um exemplo de frase construída com essas concepções. Vale ressaltar que neste exemplo as notas estão marcadas cada uma com um número e que equivalem ao intervalo relativo ao acorde em vigência naquele compasso. Note que no tempo temos sempre uma nota do acorde em vigência e no contratempo notas dissonantes ao acorde em questão. A única exeção é no último acorde de C7M que temos a nota ré como repouso, para dar um ar mais jazzy.

Agora é só construir suas próprias frases e praticar, praticar e praticar!!!!!

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando por exemplo o playback disponibilizado cicando aqui.

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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Dicas para improvisação – parte 2

set29
2011
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Dando continuidade ao post que fizemos neste blog chamado Dicas para improvisação – parte 1, vamos agora trabalhar esse assunto tão interessante e que está presente em algumas das disciplinas do curso de Licenciatura em Música do Unis na modalidade a Distância, dentre elas a de Criação Musical.

Continuaremos com a estratégia de se estudar a improvisação no sentido de se manter a coerência entre a melodia improvisada e o acompanhamento.  Assim, vamos continuar a construir melodias com as notas dos acordes em questão, ou seja, tocando exatamente o arpejo relativo a cada acorde da música.

Como exemplo, vamos trabalhar uma cadência que também se mostra muito comum em música popular e que tende a gerar vocabulário interessante para improvisação. Essa cadência é a:

||: IIm7(b5) | V7 | Im7 | Im7 : ||

Que no tom de Dó Menor será:

||:  Dm7(b5)  |  G7  |  Cm7 | Cm7 : ||

Então, como trabalhamos na postagem anterior (Dicas para improvisação – parte 1), quando o Dm7(b5) estiver sendo tocado pelo acompanhamento, utilize apenas as notas desse acorde  que são: RÉ, FÁ, LÁb e DÓ para criar melodias improvisadas. Assim, se deve proceder com os outros acordes da cadência, ou seja, sobre o acorde de G7 deve-se tocar as notas SOL, SI, RÉ, FÁ e sobre o acorde de Cm7 tocaremos as notas DÓ, MIb, SOL, SIb.

Clique aqui e veja/escute um exemplo desse procedimento na pauta.

Conectando arpejos mantendo a coerência melódica

O passo seguinte é tentar ao máximo conectar melodicamente as notas dos arpejos, ou seja, quando estiver em Dm7(b5) e a última nota que você tocar for, por exemplo, DÓ, você deverá começar a tocar o arpejo de G7 com as notas mais próxima melódicamente falando. Assim, para que se tenha coerência melódica, deve-se iniciar o arpejo de G7 ou pela nota SI ou pela nota RÉ (como se pode ver e ouvir no exemplo a seguir).

Nesse sentido, esse procedimento deverá ser realizado com todas as trocas de arpejos executadas durante a música, como se pode ver e ouvir em um exemplo clicando aqui.

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando o exemplo e o playback disponibilizado clicando aqui.

Obs.: para assistir o exemplo, clique no botão de player da esquerda e para praticar sobre o playback utiliza o botão da direita como se observa na figura abaixo:

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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Dicas para improvisação – parte 1

set28
2011
1 Comment Written by Música Ead

Uma das maneiras de se improvisar em música popular como jazz, música brasileira, rock e outros estilos é aplicar escalas, arpejos e modos. Contudo, essa aplicação deve estar de forma coerente ao tom, mas principalmente aos acordes da música a ser improvisada.

Em consonância com algumas disciplinas do curso de Graduação em música do Unis EaD, dentre elas a de Criação Musical, vamos a 1ª dica de improvisação:

Uma estratégia interessante de se estudar a improvisação sobre uma música e que tende a proporcionar coerência entre a melodia improvisada e o acompanhamento é construir melodias com as notas dos acordes em questão, ou seja, tocar exatamente o arpejo relativo a cada acorde da música.

Como exemplo, vamos trabalhar uma cadência muito comum em música popular e que tende a gerar vocabulário interessante para improvisação. Essa cadência é a:

||: IIm7 | V7 | I7M | I7M : ||

Que no tom de Dó maior será:

||:  Dm7  |  G7  |  C7M  | C7M : ||

Então, para iniciar prática da improvisação, quando o Dm7 sendo tocado pelo acompanhamento utilize apenas as notas desse acorde  que são: RÉ, FÁ, LÁ e DÓ para criar melodias improvisadas. Assim, se deve proceder com os outros acordes da cadência, ou seja, sobre o acorde de G7 deve-se tocar as notas SOL, SI, RÉ, FÁ e sobre o acorde de C7M tocaremos as notas DÓ, MI, SOL, SI.

Clique aqui e veja/escute um exemplo desse procedimento na pauta.

Conectando arpejos mantendo a coerência melódica

O passo seguinte é tentar ao máximo conectar melodicamente as notas dos arpejos, ou seja, quando estiver em Dm7 e a última nota que você tocar for, por exemplo, DÓ, você deverá começar a tocar o arpejo de G7 com as notas mais próxima melódicamente falando. Assim, para que se tenha coerência melódica, deve-se iniciar o arpejo de G7 ou pela nota RÉ ou pela nota SI (como se pode ver no exemplo a seguir).

Nesse sentido, esse procedimento deverá ser realizado com todas as trocas de arpejos executadas durante a música, como se pode ver e ouvir em um exemplo clicando aqui.

Então, agora é colocar a não na massa, ou melhor na música, e praticar usando por exemplo o playback disponibilizado cicando aqui.

Boa improvisação e aguarde o próximo post com a continuação dessa dica!

Bons Sons!!!!!

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